Segredo do Fracasso Espiritual dessa Época: Ausência de uma Lei ou Princípio Moral Universal

“A filantropia que vocês pensadores ocidentais se orgulham, não possuindo um caráter de universalidade; isto é, nunca tendo sido estabelecida sobre o alicerce firme de um princípio moral universal; nunca tendo se elevado além de discursos teóricos; (…) é apenas uma mera manifestação acidental mas não uma Lei reconhecida. (…) Esse, eu penso, é o segredo, do fracasso espiritual e egoísmo inconsciente dessa época.” (K.H. The Mahatma Letters to A.P. Sinnett (Carta dos Mahatmas para A.P. Sinnett), n. 28, p. 215)


Fraternidade Universal: É uma Lei na Natureza

“A fraternidade constitui, em sua plena acepção, uma Lei na Natureza. Não se pode deixar de enfatizar suficientemente esse ponto. Constitui o objeto do nosso trabalho que a fraternidade passe a ser algo prático na sociedade, e nunca se tornará prático até que as pessoas compreendam que é uma Lei, não apenas uma aspiração. Quando descobrimos uma Lei na Natureza, não mais lutamos contra ela. Prontamente nos acomodamos no novo conhecimento e nos adaptamos às condições então compreendidas. Contudo, a fraternidade é tão pouco conhecida em nosso mundo.” (Annie Besant. A Vida Espiritual, p. 113)


Fraternidade Universal: É Única Fundação Segura para Moralidade Universal

“O termo “Fraternidade Universal” não é nenhuma frase ociosa. (…) Ela é a única fundação segura para a moralidade universal. Se for um sonho, pelo menos é um sonho nobre para a humanidade: e é a aspiração do verdadeiro adepto.” (K.H. The Mahatma Letters to A.P. Sinnett (Carta dos Mahatmas para A.P. Sinnett), n. 4, p. 17)


Fraternidade Universal: Princípio Pouco Conhecido, Essência do Budismo e do Cristianismo

“Quão pouco esse princípio da Fraternidade Universal é compreendido (…), e quão raramente sua importância transcendente é reconhecida (…). A Sociedade Teosófica foi organizada com base nesse único princípio, a Fraternidade Essencial da Humanidade (…). Ela tem sido atacada como budista e anti-cristã, como se pudesse ser essas duas coisas ao mesmo tempo, quando precisamente ambos — o Budismo e o Cristianismo — conforme foram apresentados por seus inspirados fundadores, consideram a fraternidade como o ponto essencial da doutrina e da vida.” (Helena Blavatsky. Citando J.D. Buck, em A Chave para a Teosofia, p. 39)


Verdades Esotéricas: São da Maior Importância Espiritual e Prática, Devendo Ser Destrutivas dos Erros do Passado e Construtivas de Novas Instituições de Genuína e Prática Fraternidade da Humanidade

“As verdades e mistérios do ocultismo constituem, de fato, um corpo da mais alta importância espiritual, ao mesmo tempo profundo e prático para o mundo como um todo. Contudo, não é como uma mera adição à confusa massa de teorias e especulação no mundo da ciência que eles lhes foram dados, mas sim por causa de suas implicações práticas sobre os interesses da humanidade. (…) Eles devem se provar tanto destrutivos quanto construtivos — destrutivos nos perniciosos erros do passado, nos velhos credos e superstições que sufocam toda a humanidade em seu venenoso abraço como a erva daninha mexicana; mas construtivos de novas instituições de uma genuína e prática Fraternidade da Humanidade, onde todos se tornarão co-laboradores da natureza (…).” (K.H. The Mahatma Letters to A.P. Sinnett (Carta dos Mahatmas para A.P. Sinnett), n. 6, p. 23)